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Como perceber os sinais iniciais do Alzheimer?

Muitas vezes, a família e os profissionais de saúde demoram para perceber os sinais iniciais da Doença de Alzheimer. A diferenciação do que é normal em termos de esquecimento com o envelhecer e o que é na verdade um problema pode ser difícil para quem não teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre geriatria. No Brasil, pesquisas apontam que há em média a demora de 18 meses entre os primeiros sinais importantes de prejuízo cognitivo com a procura de um médico.
Para as famílias, sempre questiono se houve mudanças em relação ao que o idoso conseguia lembrar ou fazer sozinho nos anos anteriores. Talvez essa seja uma das estratégias mais importante para começar uma avaliação mais cuidadosa. O importante é destacar que no Alzheimer, as memórias mais antigas e as capacidades de realizar tarefas como dirigir ou cozinhar podem se manter ainda conservadas. Também é normal que a pessoa com a doença negue que esteja com problemas importantes.
Passe os olhos nessa lista abaixo e veja alguns sinais iniciais do Alzheimer:

• Incapacidade de realizar atividades básicas do dia a dia, como dirigir, telefonar, controlar bem as finanças, fazer compras;
• Esquecer senhas de banco;
• Perder-se na rua;
• Guardar objetos em locais errados;
• Causar acidentes domésticos diversas vezes;
• Não conseguir lembrar ou utilizar corretamente as palavras;
• Esquecer repetidas vezes compromissos agendados;
• Perda de iniciativa;
• Não se preocupar em relação a esquecimentos significativos;
• Repetição;
• Confusão com a medicação;
• Abandono do acompanhamento médico na UBS/ESF;
• Idas frequentes à emergência;
• Não responder aos questionamentos, sempre pedindo ajuda;
• Sinal do Virar a Cabeça em direção ao familiar quando for questionado sobre qualquer coisa;
• Problemas de higiene;
• Problemas na rotina do lar;
• Cair em golpes financeiros;
• Confusão em datas;
• Perda de peso sem explicação;
• Parar de frequentar locais públicos

Como mencionei, é fundamental comparar o idoso com ele mesmo nos anos anteriores. Havendo qualquer suspeita, o melhor é buscar uma avaliação médica, fazer testes cognitivos e reforçar as medidas de prevenção.

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